Teclam o que pensam, pois pensam pensar. Acham saber algo, crêem que falam sobre o quê deve ser. E propagam as mais estúpidas escrotices aos quatro pontos do globo, soltando ao vento palavras podres como quem brinca com pipas. Macacos escritores escolhendo símbolos aleatórios para tornar imortal o que deveria estar sepultado num passado do qual sentimos vergonha.
